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Aumento do INCC: saiba quanto aumentou em 2022

Aumento do INCC: saiba quanto aumentou em 2022

O INCC, ou Índice Nacional de Construção Civil, é um dos índices mais importantes para o mercado imobiliário.

Com o aumento do INCC nos últimos dois anos, muitas pessoas que compraram na planta sentiram no bolso esse aumento repentino.

Quem financia o imóvel na planta está sujeito a variação do INCC, além do valor do imóvel e taxas de financiamento.

Afinal, o imóvel ainda está sendo construído e está sujeito a variação de valores dos materiais de construção, serviços e mão de obra que vão corrigir o saldo devedor até a entrega das chaves.

O QUE É INCC

Segundo a FGV, O Índice Nacional de Custo da Construção (INCC) foi o primeiro índice desenvolvido para monitorar a evolução dos preços de materiais, serviços e mão-de-obra destinados à construção de residências no Brasil.

Mensalmente, existe um período de coleta de informações sobre materiais e equipamentos, serviços e mão de obra para o cálculo do INCC.

O INCC abrange sete capitais brasileiras: Belo Horizonte, Brasília, Porto Alegre, Recife, Rio de Janeiro, São Paulo e Salvador.

COMO O INCC SUBIU TANTO

Segundo a FGV, o INCC-M: Índice Nacional de Custo da Construção acumulou em 2020 8,66% de aumento e gigantescos 14,03% em 2021, trazendo um aumento acumulado de mais de 22% para aqueles imóveis com início de obras em Janeiro 2020 e entrega prevista para essa ano.

Entre os fatores que causaram esse aumento repentino, está a dificuldade na obtenção de suprimentos com a paralisação de fornecedores nos lockdowns da pandemia e a alta demanda no número de lançamentos de imóveis.

O outro motivo do aumento, segundo a FGV, é a disparada no preço dos materiais, como tubos e conexões de ferro e aço, que subiram em função da alta do dólar nesse período. aMORA: UMA SOLUÇÃO DE COMPRA DE IMÓVEIS

E aí que mora o perigo: depender de juros assim é muito arriscado. Muitos compradores de imóveis na planta ficam reféns e não conseguem comprovar renda depois que as chaves estão entregues.

A saída para quem não tem capacidade de honrar com a quitação do imóvel no momento da entrega das chaves são: financiamento através de uma instituição financeira, em alguns casos financiamento com a incorporadora diretamente (costuma ser uma opção mais cara, visando 12% + IGPM, porém não é regra) ou o distrato do contrato, e este é o ponto mais sensível para o cliente.

Ninguém entra em um casamento pensando no divórcio, porém o distrato para aqueles que não tem recurso no momento pode ser a única via e com a atual Lei do Distrato, até 50% do que foi depositado durante obra pode ser retido pela incorporadora como uma forma de “multa” e o cliente só vem a reaver 50% do seu dinheiro depositado.

A aMORA pode ajudar o cliente final a não perder este imóvel e evitar a multa do distrato.

Diferente do financiamento tradicional da compra na planta, a aMORA tem a menor entrada do mercado (apenas 5%) e um preço fixo para o imóvel.

Tanto as mensalidades que pagam a amortização do imóvel, quanto o preço de exercício de compra da sua casa própria, são reajustados anualmente pelo IPCA do período.

Escolhemos o IPCA pois acreditamos ser o índice que mais se aproxima do aumento do poder de compra do nosso cliente, diferente do INCC e do IGPM.

Então se o IPCA sobe, tem grandes chances do seu salário ou renda subir na mesma proporção.

Detalhe importante: todos os contratos da aMORA são de 3 anos, e não é necessário esperar até o final deste tempo para fazer a compra.

Ou seja: a qualquer momento a partir do 1o mês que já estiver morando em um imóvel da aMORA, você já tem o direito de adquiri-lo.

Na dúvida? Peça ajuda para aMORA

A aMORA surgiu como uma possibilidade de compra inteligente, em que você já pode morar e customizar a casa dos sonhos enquanto investe em sua compra. Você não vai estar jogando o dinheiro do aluguel fora: parte do aluguel mensal nós poupamos para você comprar o imóvel no terceiro ano de contrato.

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